Folha de São Paulo apontoa liderança de Marconi na disputa pelo diretório nacional do PSDB


No último sábado (25/11), equipe de pesquisa do jornal Folha de São Paulo realizou uma pesquisa nacional com a preferência dos delegados do partido na convenção nacional que vai acontecer no próximo dia 9 de dezembro, em Brasília-DF. A pesquisa revela que o governador goiano lidera a disputa com 61,4% dos votos dos delegados.

O governador Marconi Perillo lidera a preferência dos convencionais do PSDB na disputa para a presidência do diretório nacional do partido, aponta levantamento publicado pelo jornal paulista no último sábado (25). Segundo a reportagem, Marconi tem 204 votos garantidos na convenção nacional, enquanto senador Tasso Jereissati (CE) tem 128 votos.

Em termos proporcionais, Marconi Perillo tem 61,4% dos delegados com votos definidos, mostra a reportagem da Folha de São Paulo que o governador tem a preferência dos tucanos de oito Estados – Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, Amazonas, Minas Gerais e Santa Catarina. Já Tasso tem a preferência dos delegados de cinco Estados – Bahia, Pará, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Ceará.

Em Pernambuco, afirma a matéria, os votos estão divididos, mas com ampla vantagem para Marconi. Dos 22 delegados, 16 votam em Marconi. Já em São Paulo, maior colégio tucano, com 135 delegados na convenção nacional, a disputa é acirrada e Marconi tem, segundo a pesquisa, cerca de 40% dos votos convencionais, o equivalente a 54 delegados paulistas. O colégio eleitoral da convenção tem 580 delegados.

O governador Marconi Perillo formalizou sua candidatura à presidência nacional do partido em outubro e vem pregando a unidade interna do partido com vistas à construção de um programa competitivo de governo para as eleições presidenciais de 2018, pactuado com a base tucana e com a população do País e à escolha do nome tucano para o Palácio do Planalto em 2018.

Marconi Perillo endossou a proposta do presidente nacional do PSDB, o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, para formação de uma única chapa para o diretório nacional. A reportagem da Folha registra o posicionamento do governador, que restringe a disputa interna à escolha do presidente para posterior formação da executiva nacional (instância decisória da legenda).


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